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22 e agora?

Aos 22 anos apercebi-me que a minha vida (re)começa agora. É hora de novas aventuras.

Fresh start

The+best+time+for+new+beginnings+is+now+_+hollycas

(Imagem retirada do Google)

 

 Porque todos os dias são bons para recomeçar.

Voltei.

Não escrevo no blogue vai fazer três semanas ou mais. Sinceramente perdi a conta aos dias. Precisei de uma pausa. Primeiro foi porque queria aproveitar as minhas folgas para passear, depois porque fui ao meu "happy place" - como eu gosto de lhe chamar - e depois porque vinha a casa e queria mais era aproveitar o tempo com os meus pais. A vontade de escrever não desapareceu, mas tudo parecia ser mais urgente, mais importante e precisar de mais atenção. 

Ao longo destas três semanas percebi a falta que escrever me faz. O quão feliz me deixa. 

Nas últimas semanas muita coisa mudou e muitas vezes quis escrever sobre isso e não o fiz. Não aqui pelo menos. Troquei ou melhor estou em processo de "troca" de emprego. Deixei de estar tão presente nas redes sociais para estar mais presente para mim. Tomei algumas decisões para resolver conflitos internos. Fiz mais tatuagens. Fiz surpresas a pessoas quando não podia estar presente em dias importantes. E celebrei momentos importantes. E muito mais. 

Agora decidi voltar. Voltar a escrever e voltar a fazer algo que me faz feliz. 

 

PS: Este é daqueles textos que não faz sentido para mais ninguém a não ser, claro, para mim.

52 semanas | É uma saudade que não sei lidar

A saudade é uma coisa que pode corroer muito um ser humano. Sinto saudades de muita coisa, por vezes até coisas parvas, mas nada se compara à saudade das minhas avós. Já disse aqui no blogue que 2016 me roubou uma avó que já não estava bem há muitos anos, mas 2017 levou-me uma avó que eu contava ter comigo por muitos e muitos anos ainda. Foi uma das perdas mais duras que já vivi e nunca senti uma dor tão grande. O vazio que a minha avó deixou é incalculável e é um assunto que tento nunca abordar com ninguém. Perder a minha avó foi como perder o meu norte. Foi perder um apoio incondicional e uma das almas mais genuinas que tive o prazer de conhecer. 

Perder a minha avó doeu, dói e sei que nunca vai parar de doer e eu sinto saudades todos os dias mesmo nunca o dizendo. 

 

 

Follow Back | Provavelmente a pessoa que acompanho há mais anos

Hoje quero falar-vos da Carolina. Ela é dona do [Entre Parêntesis] e o blogue dela existe aqui no Sapo desde 2011 e eu atrevo-me a dizer que a sigo desde ai. Ela tem a mesma idade que eu e passamos pelas mesmas fases juntas: acompanhei o seu secundário, os seus duros anos universitários e festejei - ainda que sem a conhecer - o seu primeiro trabalho. Ela foi a minha única leitura diária durante muitos e muitos anos e tremi no dia em que ela disse que estava a ponderar acabar com o seu espaço porque a Carolina já fazia parte da minha rotina mesmo sem saber. 

Para mim ela é dona de uma escrita incrível e de uma cultura como poucos hoje em dia possuem. A Carolina não tem igual. Nunca encontrei nada assim aqui neste mundo e acho que se um dia ela decidir ir embora vai ser uma perda gigante para a blogoesfera. Acho que toda a gente precisa de conhecer a Carolina, juro.

 

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Imagem retirada do blogue da Carolina

A infância de hoje em dia

No outro dia fui jantar fora com um amigo e na mesa ao nosso lado estava um casal com um filho e os amigos e eu reparei em algo muito estranho ou pelo menos para mim. Durante todo o jantar - que durou umas 2h à vontade - a criança esteve constantemente sentada a ver vídeos no youtube como se não houvesse mais nada à sua volta. Aquilo intrigou-me um pouco, especialmente quando começei a "espreitar" os vídeos que ele estava a ver. Eram vídeos sem nexo, sem conteúdo, nada era só mesmo para o manter calado digamos. E eu fiquei a pensar naquilo. 

Já que queriam manter a criança "calada e entretida" ao menos não poderiam tentar algo mais educativo? Ou pelo menos algo mais interessante? É que nem eram conteúdos do canal Panda ou vídeos feitos para crianças, eram só mesmo aquele conteúdo lixo que existe na internet. E o pior é que os pais nem sequer estavam a prestar atenção ao que o filho estava a ver, basicamente era o miúdo, o telemóvel e o Youtube a dar em loop sozinhos.

Sou só eu que acho isto estranhamente ridículo?

 

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Imagem retirada do Google

52 semanas | Esta resposta é óbvia!

O desafio desta semana pergunta-nos quem escolheríamos ser caso pudessemos viver a vida de um personagem de um filme/série e, claro, a minha resposta é óbvia. Toda a gente sabe que estudei jornalismo e toda a gente também sabe que sou apaixonada por moda, logo só poderia querer ser a Miranda Priestly em «O Diabo Veste Prada». Na verdade gostava mais do que por um dia, gostava mesmo que aquela fosse a minha vida. Acho que não preciso de grandes justificações porque qualquer jornalista de moda ambiciona chegar ao cargo mais alto possível e se isso for numa das revistas mais conceituadas da área melhor ainda. 

 

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Imagem retirada do Google